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Quinta-feira, 10 de Fevereiro de 2011

Maravilha

  

Nome comum:

Maravilha

 

Nome científico:

Colias croceus (Fourcroy, 1785)

 

Morada:

É uma borboleta que existe de Norte a Sul no território português.

A nível mundial, distribui-se pela Europa Central e do Sul, chegando ao Norte europeu enquanto migradora. Atinge inclusive a zona Oeste da Ásia.

 

Género:

A fêmea é um pouco maior que o macho e distingue-se deste pelas bandas pintalgadas de amarelo nas bandas marginais escuras das asas anteriores.

 

Filiação e nascimento:

Esta borboleta pertence à família dos Pierídeos.

As fêmeas põem os ovos de forma dispersa pelas plantas que se encaixam na ementa das lagartas que deles hão-de nascer.

A lagarta é verde e alimenta-se de trevos, luzerna e cornichão, entre algumas outras plantas do grupo das leguminosas.

A última geração do ano passa o Inverno como crisálida, fixada ao ramo de uma planta, por exemplo, com fios de seda.

As zonas de reprodução estão abaixo dos mil metros de altitude, pois possivelmente não suporta temperaturas críticas.

 

Idade:

Tem 3 a 4 gerações por ano, dependendo das temperaturas em causa.

 

Curiosidades:

Não está entre as borboletas ameaçadas. A sua larga distribuição e as plantas de que se alimentam as lagartas são frequentes, o que lhes permite concluir o ciclo de vida sem grande dificuldade.

Estas borboletas possuem um voo rapidíssimo mas podemos vê-las a alimentar-se na Primavera nos cardos, em alfazema e noutras plantas em flor.

Se quiser ficar com uma lembrança delas, fotografe-as. Aproxime-se apenas até uma certa distância, o máximo a 3 ou 4 metros, para não assustar.

 

Bibliografia:

«As borboletas de Portugal», de Ernestino Maravalhas.

www.tagis.org

 

Conteúdo desenvolvido por:

Parque Biológico de Gaia

http://www.parquebiologico.pt
 
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publicado por verdinho_naturezabrincalhona às 10:58
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Sexta-feira, 4 de Fevereiro de 2011

Charrela ou Perdiz-cinzenta

Perdix perdix

 

 

Esta ave pertence à Familia Phasianidae, onde se incluem os faisões e outras perdizes. A espécie encontra-se actualmente Extinta no nosso país, sendo outrora uma residente nidificante no nosso território, especialmente nas terras altas de Trás-os-Montes e Alto Minho. Os registos mais recentes referem-se aos anos 50 (Parque Nacional da Peneda-Gerês e serra da Nogueira), mas a espécie poderá ter persistido na Serra de Montesinho até mais tarde.

 

Esta espécie faz o ninho no chão, geralmente em finais de Março, e deposita os ovos algumas semanas depois. É considerada a espécie de ave que mais ovos deposita: cerca de 15 ovos, a intervalos de 2 dias!!!

 

As crias, que abandonam o ninho algumas horas após a eclosão, necessitam de praticar uma dieta rica em proteínas, podendo chegar a consumir mais de 2000 insectos por dia! Dada a introdução de pesticidas e herbicidas em campos cultivados e a intensificação dos cultivos intensivos modernos que, dado o seu controlo, se encontram livres de ervas e por consequência, de insectos, as populações desta ave têm vindo a decrescer um pouco por toda a Europa.

Assim, os pesticidas, aliados a outras ameaças como o decréscimo da qualidade de habitats apropriados à nidificação e desenvolvimento das crias, a pressão dos predadores e, evidentemente, a mortalidade derivada da caça, contribuíram para o seu declínio.

 

As libertações para efeitos cinegéticos de faisões (Phasanius colchius) e de perdizes-vermelhas (Alectoris rufa) são prejudiciais, uma vez que os primeiros transmitem às charrelas um nemátodo que afecta a condição corporal e a taxa de reprodução e sobrevivência das últimas, aumentando ainda o risco de caça em locais onde se fazem libertações.

 

Existem actualmente exemplares desta espécie no Parque Biológico de Vinhais mas estes provêm de Centros de Recuperação, isto é, nasceram em cativeiro e por isso não conhecem o meio selvagem.

 

Se forem visitar o parque, facilmente poderás distinguir o macho desta espécie da fêmea uma vez que este apresenta uma mancha no ventre em forma de ferradura e cor de ferrugem.

 

O logótipo do Parque Biológico de Vinhais corresponde à silhueta de uma Charrela, uma vez que pretendemos salvaguardar esta espécie e dedicar-lhe a nossa atenção. 

 

O futuro desta espécie no nosso país poderá passar por repovoamentos em áreas onde se pratique uma agricultura livre de pesticidas (ou onde se utilizem apenas pesticidas selectivos), onde os indivíduos possam encontrar disponibilidade alimentar durante todo o ano, cobertura para os seus ninhos, refúgio de predadores e onde a caça seja conduzida de forma ordenada, respeitando as populações naturais.

 

Bibliografia consultada

Catry, P., Costa, H., Elias, G. & Matias, R. 2010. AVES DE PORTUGAL. ORNITOLOGIA DO TERRITÓRIO CONTINENTAL. ASSÍRIO & ALVIM, LISBOA.

 

Conteúdo desenvolvido por:

 

www.parquebiologicodevinhais.com

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publicado por verdinho_naturezabrincalhona às 10:59
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Quarta-feira, 2 de Fevereiro de 2011

TEXUGO

(Meles meles)

 

 

O texugo apresenta coloração cinzenta no dorso e na cauda e coloração preta nos membros. A sua característica mais distinta é a sua face branca com duas listas pretas que vão desde o nariz até à orelha e que recobrem os olhos.

 

Trata-se de um animal omnívoro de hábitos alimentares essencialmente nocturnos que se alimenta de frutos, bolbos, insectos, minhocas, roedores, toupeiras e coelhos.

 

É uma espécie que vive em grupos que são bastante territoriais, defendendo áreas que são demarcadas com excrementos. Possui um habitat bastante diverso onde escava galerias subterrâneas com várias entradas e divisões.

 

A reprodução ocorre na Primavera e o período de gestação é de aproximadamente dois meses, nascendo as crias no Verão. Têm apenas uma ninhada por ano composta por 3 a 6 indivíduos.

 

Curioso é o facto de o texugo “enterrar” os seus mortos. Há casos de indivíduos que morreram dentro das tocas e foram sepultados dentro destas pelos restantes membros do grupo.

 

Visite a exposição fotográfica no Centro de Informação / Bilheteira do parque.

 

Conteúdo desenvolvido por:

QUINTA DA PAIVA
Parque Biológico da Serra da Lousã

3220-154 Miranda do Corvo
Telef. 239 538 444
Tlm. 915 361 527

www.parquebiologicodaserradalousa.net / www.adfp.pt

Espaços visitáveis do parque: Centro Hípico, Quinta Pedagógica, Labirinto de Árvores de Fruto, Parque Selvagem, Museu da Tanoaria e Museu Vivo de Artes e Ofícios Tradicionais.

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publicado por verdinho_naturezabrincalhona às 10:54
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